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sexta-feira, 21 de junho de 2013

Quase louca. Leia-se MUITO LOUCA

Em menos de dez dias, o Pedro será um rapaz de dois anos. Como cresceu, meu bebê! Está lindo, falante, dançante, cantante. Tem até aceitado comer. Acontece que a menino lindo e cantante essa semana está mais gritante do que nunca e eu que estava quase me tornando uma pessoa normal e uma mãe paciente, se é que isso existe, já estou beirando a loucura outra vez. Detalhes? Eu dou. 

Terça-feira, quase nove da manhã
Pedro acorda já choramingando que quer calçar o chinelo, eu calço. Ele mama. Ele pede pra ver o Ângelo. Eu explico que tem que trocar a roupa e comer antes. Ele come um "trisco" de pão. Coloquei fralda, calção e chinelo. Vamos, filho, leva a bola! Ouço grunhidos. Ouço choro. Ouço gritos. O Pedro quando grita chorando ou chora gritando parece porco morrendo. Sim, parece. não sei o que os vizinhos pensam. Entendi que era porque ele queria vestir uma camisa e cedi. Afinal, eu estou tentando ser paciente.
Decemos. Brincamos. Ele viu o Ângelo. A mãe do amiguinho resolveu regar o jardim com a mangueira, Pedro foi pra baixo. Tudo bem, legal um banho de mangueira. Até eu queria. Fim de banho. Início de confusão. Porquinho outra vez.

Em casa, quase meio dia
Eu, na cozinha, correndo contra o tempo pra terminar o almoço, ouço um barulho. Um super barulho. Olho em direção ao quarto dele e a cômoda está no chão. Sim, a cômoda caiu. AAAAAAAAH, quem gritou dessa vez fui eu. "Pulpa, pulpa", diz ele(desculpa, desculpa). Nada de machucados. É o seguinte, eu costumo deixar que ele escolha a roupa, mas comigo mostrando. Acontece que essas dias ele SÓ quer estar vestido e se eu não faço isso na hora exata em que ele quer. Ele corre pra cima da cama, abre a gaveta da cômoda e puxa uma roupa. Ontem não deu certo. Tratei logo de passar essas roupas pra uma gaveta baixa do armário dele. 

No mais, durante o dia, teve birra pra comer, birra tomar banho, birra pra domir. Teve dois cocos no chão e muitos xixis espalhados pela casa. Confesso que me culpo por estar adiando o desfralde há tempos, mas quem fica em casa sozinha com o filho dia todo entende que não é fácil fazer todas as coisas de casa e vigiar xixi de filho ou pior ainda: lavar roupa de cama, sofá, chão, cuecas de hora em hora. E mais: viver com medo que o filho caia no próprio xixi. Seguimos com uma boa parte do dia sem fraldas, mas não tá fácil. Eu nem falei em coco ainda. Quando acontece de escapar um coco no chão, como aconteceu duas vezes ontem. Eu cato o cheiroso do chão com um pedaço de papel higiênico e jogo no vaso(só o coco, gente!). Pedro já viu isso. Ontem, enquanto eu contava até 3mil na tentativa de recuperar a paciência, o Pedro fez o tal do coco. ouvi passinhos rápidos e abri os olhos. Ele entrava no banheiro com "um" coco em cada mão. Colocou um dos cocos no chão rapidamente pra abrir a tampa do vaso e jogou os dois lá dentro, ainda tentou dar descarga com mão suja e tudo. Nojo pra quê, né? Isso é bobagem. Aí, lá vou eu impaciente limpar o menino, o chão da casa, o banheiro todo. À tarde a cena quase se repetiu, mas a super mamãe que de super não tem nada chegou antes. 

Ainda na terça, quase seis da tarde
Devidamente vestido, descemos. O Pedro corria desesperadamente e eu corria atrás. Piso num coco, puta merda, dei aquela limpadinha básica na grama e depois na calçada e na grama novamente. O Ângelo saiu de casa também. Correria, brincadeira. O Pedro acha de enfiar o copo num buraco da mesa onde estamos sentado. Eu seguro o copo. Ele pede água, eu acredito que ele vai beber e dou. Ele tenta colocar o copo no buraco outra vez. Eu tento pegar o copo e ele atira o bendito copo loucamente. Acontece que o Ângelo estava do lado. Ângelo chora. Pedro chora. Eu falo que tá errado. Mas a vontade que dá é de chorar junto. Chorar e sair correndo. Sumir. Que sensação horrível de frustração quando o filho tá assim. A tia Michele conversa com os dois e ambos se acalmam. Menos eu.

Eu penso que talvez a culpa de toda essa rebeldia seja minha. Ou seria do terrible two? Ou seria eu não sabendo lidar com esta fase terrível? Ou seria tudo junto? Não sei de nada, só sei que tem dia que eu fico louca, completamente louca. 

Só resta repetir o mantra da Ananda: vai passar, vai passar, vai passar. 


terça-feira, 7 de maio de 2013

Quando todo mundo dorme...

Filho e marido dormem. De repente, um silêncio. O único barulho que ouço, é o do teclado. Uma vaga lembrança de quando eu ainda morava na casa de mamãe e isso acontecia todos os dias. Uma rápida impressão de que amanhã eu vou poder acordar, tomar um banho demorado, ler, fazer as unhas, ver alguma coisa na internet, fazer um almocinho rápido, ir pra faculdade, ver gente, assistir uma aula bem chata enquanto eu penso em mil outras coisas ou talvez uma aula maravilhosa que raramente acontecia, mas acontecia, vou andar por aí com os amigos e/ou com o namorado, passear no centro histórico, comer besteiras sem nem pensar em quanto tem de sódio/açúcar/aditivos ali, cantar, jogar conversa fora, voltar pra casa de ônibus, caminhar na rua, olhar a lua no céu... Sentir-me um pouco sozinha.
De repente, uma saudade de tanta coisa que ficou "largada" no meio da vida. Mas ainda mais de repente uma culpa enorme por me permitir pensar algo assim... É que ser mãe tem, além de todas as suas lindezas, uma certa tristeza. Uma estranha sensação de que você não é mais você. Pior ainda: toda e qualquer tristeza deve ser guardada num baú muito bem escondido dentro de você mesma. E tudo isso dói.
Eu sou uma menos mãe por pensar assim uma vez ou outra? Acredito que não. Eu tento dar o meu melhor? Mas que atire a primeira pedra quem nunca quis ter um,dois,três,mil diazinhos próprios depois da maternidade? Pois bem, eu queria. Queria, queria, queria. Tem quase dois anos que queria e nunca tive. E quando tenho uma tardezinha de nada, sabe o que faço? Viro barata tonta e não faço nada. Pois é, contraditório, não? Acho que mãe é assim mesmo, um bicho estranho: extremamente confiante em um momento e super medrosa no momento seguinte.
 De repente, um barulho. Levanto. Foi só um suspiro mais forte. Volto pra minha realidade. É hora de dormir, porque amanhã tem tudo outra vez. Casa, almoço, filho, brincadeiras. E haja disposição!

sexta-feira, 12 de abril de 2013

PARTO: Por que não esperar a hora certa?

Já tem uns dias que algo me perturba para que eu faleu sobre o parto do Pedro e tudo o que envolve fazer ou não uma cesariana. Acho que já adiei o suficiente. Então, vamos lá!
Desde que recebi o "positivo", pensei: parto normal, claro. Eu cresci achando que era a coisa mais natural do mundo (e é), isso porque minha avó pariu 13 filhos, 12 deles em casa e minha mãe pariu eu e meu irmão. Por que comigo seria diferente? Quando eu defendia o parto normal, quase todas as pessoas diziam: mas tu vais aguentar a dor? Gente, por que não? Não foi assim que nós nascemos? E segui com minha ideia de parir naturalmente, não precisava ser em casa, com a família, os amigos, os vizinhos, os gatos e cachorros, mas eu queria parir.
Eu fiz o pré-natal com dois ginecologistas, um da rede pública e uma particular. Ele me apoiou com a ideia do parto normal. Ela nem tanto. Ele sempre disse que me acompanharia, mas que "parto normal é a cesárea". E falava isso com tanta certeza, que me convenceu. Eu tinha medo, quem não tem? Muitas pessoas aumentam esse medo, medo da dor, medo de "não ter passagem", medo de passar da hora, medo de passar por todo o "sofrimento" que muitas mães relataram e não conseguir e todas aqueles medo que as grávidas costumam sentir.
Quando eu estava lá pelas 36 semanas, minha médica chega com a notícia de que viajaria na semana que provavelmente o Pedro nasceria(primeira semana de julho), era uma viagem de uns 10 dias. Aí, minha gente, eu fiquei desesperada! Por mais que ela fosse a favor da cesariana, eu tinha total confiança nela e não queria arriscar ter que passar por tudo com um outro médico qualquer de plantão e nem voltar pro primeiro médico e encarar todos os maus tratos da rede pública...
Lá fui eu, pra minha possível última consulta com 38 semanas, terça-feira, 28 de junho, morrendo de sono porque tinha saído pra comemorar o meu aniversário na noite anterior. Cheguei lá, não sentia nada de dores, nunca soube o que é uma contração. Ela fez o toque e disse que não  havia sinal nenhum, mas que a partir dali eu poderia parir a qualquer momento e deixou a decisão nas minhas mãos. Eu senti um medo tão grande. Mais uma vez, todos aqueles medos. Ela me pergunta se poderíamos marcar o data... Ai que medo. Gente, MARCAR a data? Como assim? Eu estava assustada, nervosa, ansiosa, louca pra ver a carinha do meu filho. É, vamos marcar. Sábado, 2 de julho. Saí daquele hospital roxa, azul, verde. Nervosa.
À tarde, ela me ligou pedindo pra fazer um dia antes: sexta, 1º de julho. Bom, se é pra escolher, escolhemos um dia ímpar, eu até prefiro.
Quinta à noite ela me ligou novamente: nada de dores? Nada. Vai fazer mesmo? Vou fazer mesmo. Acho que nem dormir. Estava nervoooosa. "Acordamos", tomamos banho, tomaram café e lá fomos nós, eu, o Pedro, o papai, a vovó paterna, a bisa, depois chegaram vovó e tiavó maternas. Tralhas, muitas tralhas. Arruma o quarto. Espera. Espera . Parecia que eu nunca seria chamada. Acho que o centro cirúrgico estava cheio, o consultório estava cheio. Afinal, a doutora ia viajar... Enfim, fui levada pra preparação, não precisei fazer a tal lavagem, graças a Deus, hahaha. Fiquei numa sala de espera, fui levada pro centro cirúrgico antes da hora e tive que voltar a esperar. Depois de uns quarenta minutos esperando sozinha, lá fui eu levada pro abatedouro, opa centro cirúrgico. Eu preciso falar desse centro cirúrgico. Eu só entrei em um lugar desses quando era bem pequena, então não lembro de nada. Um lugar frio, MUUUITO FRIO, tanto que meu queixo não parou de tremer, com uma luz forte em direção à barriga, aqueles médicos contandos suas histórias commo se estivessem sentados numa mesa de bar, meus braços tão abertos que os ombros doíam mais que tudo...
Voltando ao parto, já anestesiada o papai que estava lá fora, foi chamado. Fiquei um pouco mais calma. O papai surpreendeu a todos e conseguiu gravar todo o parto! Eu só sentia aquele mexe pra lá, mexe pra cá na barriga. De repente, a médica diz:" Magrinha, onde é que tu escondeu esse menino?"(porque minha barriga era muuuito pequena e ele nasceu grandão) e escuto o choro. Eu que já chorava desde o início, me acabei de chorar, um choro aliviado de ter sido tudo tranquilo, do Pedro ter nascido saudável. Aí, por 5 segundos a  pediatra deixou que eu olhasse o Pedro e lá vai meu Pedro Henrique embora nos braços de uma médica, se pelo menos fosse do pai... Não era pra ele mamar, gente? Fiquei triste chateada. O Clecius estava tão nervoso que fez vídeo, em vez de foto. A foto que eu tenho desse momento, teve que ser feita a partir do vídeo. Eu fui costurada e fiquei numa sala de espera, entre o centro cirúrgico e a pediatria. O Pedro chorava lá e chorava cá. Uma enfermeira enfim chegou perto de mim e perguntou se eu queria ficar um pouco com ele e eu fiz que sim com a cabeça. Ela trouxe, mas só colocou perto de mim. Chegou a hora de ir pro quarto, a família toda lá fora. E eu chorava. Chorava. Chorava. O Pedro só chegou uns vinte minutos depois nos branços da minha sogra. Mamou. Mamou bem. Teve um probleminha na respiração e a glicemia estava um pouco baixa, creio que tenha relação com o parto  antes da hora, mas não me deram maiores explicações: É normal, foi o que disseram. À tarde, fez exames, tomou leite do banco de leite no copo e melhorou. Eu não tive nenhum problema da cirurgia. Ficamos bem...
Apesar de toda a emoção e do Pedro não ter apresentado nenhum problema grave, desde que ele nasceu eu me pergunto se fiz mesmo o correto... E eu tenho a resposta: Não. Eu errei. Tento compreender que naquele momento eu não tinha metade das leituras, informações, conhecimentos dos riscos que tenho hoje.Que eu não tinha experiência, não apenas por ser nova, mas porque muita coisa a gente só descobre depois da maternidade e, claro, depois do erro. Que eu poderia ter quem me dissesse: Não, Renata, essa não é a melhor opção. Mas o que tive foram várias pessoas dizendo que era melhor mesmo não sentir dor e todo aquele blablablá de sempre. 
Hoje, eu tenho a mesma ideia que tinha quando me descobri grávida, só que com muito mais conhecimento: quando eu tiver um segundo filho, este será parido. E desta vez, não haverá palavras de médico que me impeçam de, no mínimo, tentar. É claro que tenho consciência de que há casos em que é necessário fazer uma cesárea. Mas se tudo der certo e se um dia eu tiver um segundo filho, esforço e coragem não me faltarão...






quarta-feira, 3 de abril de 2013

Alimentação: Expectativas X Realidade

Nós mães temos manias de criar expectativas. Durante a gravidez, costumamos querer planejar tudo. E eu não falo de parto e quartinho não, isso é óbvio. Eu estou falando é de como, o quê e quando o filho vai comer, vai pra escola, do 1°, 2° e 10° aniversário, de qual profissão ele vai ter. Sabe tudo o que vai fazer e quando tudo acontecer. Só que o pequeno nasce dá uma rasteira na mãe, que descobre que quase toda aquela sabedoria que ela acreditava ter não vai servir pra muita coisa. E todas aquelas leituras e conversas com outras mães e pediatras podem até ajudar, mas não necessariamente servirão para todas as ocasiões.
Eu explico. Eu também fui assim. E até tive um bom desempenho nos primeiros meses. Consegui amamentar e quase amamentei exclusivamente por seis meses. Mas aí veio a primeira rasteira. Em meio a opiniões de todos os tipos e, principalmente, a muitas opiniões super sábias(só que não) de que o Pedro precisava de um complemento, porque o meu leite não era suficiente pra um menino tão grande ("ainda mais menino que mama mais!", "credo, tu tá muito magra, tu tá seca, dá um engrossado pra esse menino", "desse jeito tu não vai aguentar, vai ficar doente": era isso que eu ouvia, daí pra bem pior.), nós passamos dos 4 meses só no leite materno. Até que um dia o Pedro teve contato com pessoas que mexeram em brinquedos mal cuidados de um cahorro mal cuidado e eu fiquei sem saber como pedir pra que não pegassem nas mãos dele - não sei por que as pessoas gostam tanto de mãos de bebê - eu também não lavei imediatamente as mãos dele e o resultado foi uma infecção intestinal causada por uma bactéria e diarreia, muita diarreia. Três dias de diarreia, hospital, peito, peito, peito, exames, hospital, remédios, e nada de melhorar. Lá pelo 10° dia ele já estava melhor, mas ainda fazendo mais cocô que o normal, a médica dele pediu que eu desse frutas e sucos pra ajudar a prender. Hoje, eu não daria, teria comido batata doce, maçã e banana até prender o cocô dele, mesmo que eu também ficasse presa. Aliás, não sei, é muito fácil falar quando seu filho não está se "desfazendo" em cocô...
E assim o Pedro começou a comer frutinhas. Com 6 meses, começou a comer a papinha salgada, que não aceitou muito bem, mas foi acostumando. Com 8 meses, comia maravilhosamente bem e eu comecei a dar o leite articial próprio pra idade dele antes de dormir. Até que perto de fazer 1 ano, ele começou a andar e foi perdendo o interesse pela comida. Primeiro, rejeitou as frutas, depois o suco, com muito esforço comia alguma coisa. Depois, foi a vez da comida. Era um Deus no acuda pra fazê-lo comer. Hoje, com 1 ano e 9  meses, voltou a comer melhor. Não é todo dia que come super bem, mas tem comido e aceitado todos os legumes. Frutas, muito raramente. E peito, se depender dele, o dia inteiro. 
Mas o meu problema maior não é o Pedro não querer comer frutas, é ele ter interesse em pizza, sanduíches, batata frita, chocolate. Eu não sou do tipo radical, que diz: meu filhonão vai comer doce nem nada industrializado. Até tentei ser, mas vi que não era bem assim que funcionaria. Nós comemos algumas besteiras aqui em casa, sim, mas comemos muito mais coisas saudáveis. Eu não abro mãi de comer pelo menos 3 frutas por dia e sempre ofereço pro Pedro e ele dificilmente aceita, mas eu não posso pensar em abrir um pacote de biscoito que ele já quer. Costumo dar o biscoito integral ou de água e sal, o doces ele nunca comeu. No almoço, comíamos batata palha com uma certa frequência, e tivemos que cortar desde que ele demonstrou interesse. Outro dia, fomos almoçar no shopping e coloquei 3 bolinhas de batata frita no meu prato e enquanto eu sentava, Pedro roubou uma batata e enfiou na boca. Por que ele não pegou um tomete, que também tinha no prato? Aí vai aparecer alguém pra apontar o dedo e dizer: Culpa tua, que não deveria comer sequer uma bolinha de batata frita! Eu realmente, me sinto culpada muitas vezes. Mas me sentir culpada por ele ter vontade de provar "porcarias" e não querer provar frutas? Lembro que antes de um ano ele dizia: ME DÁÁ, quando via a mesa cheia de comida quando ainda morávamos na casa da minha sogra.
Hoje, tento fazer o mínimo possível de fritura e o máximo possível de comidas saudáveis para todos, na intenção de que o Pedro não rejeite o "pouco" que come. Mas tenho acompanhado também muitas mães de todos os tipos, das que dão café e coca-cola pra bebês de 1 ano até aquelas que dizem que uma criança de 2 anos não pode comer farinha láctea, porque tem muito açúcar, não pode comer pão que não seja integral e carne vermelha nem pensar. Acho que tudo tem um limite. O Pedro já provou chocolate, pizza, feita por mim, borda de pizza, roubou batata frita, come farinha láctea. E isso não significa que ele vá ser um adulto doente. Eu prefiro o meio termo e, hoje, penso que é melhor oferecer uma coisinha ou outra de vez em quando do que ele chegar na escola, por exemplo, e ser deparar com muitas novidades e querer comer tudo de uma vez.
Posso estar errada e posso vir a mudar de opinião - como já mudei uma vez - , mas hoje é assim que penso. E acredito ser possível ter um filho saudável sem toda essa frescura que muita gente prega.